Olá meninas, como está a quinta-feira de vocês?
Por aqui está ótima e hoje eu vou continuar a saga dos gêmeos, inclusive meninos estão aqui a todo o vapor desde cedo! No último post eu contei rapidamente por tudo o que passamos com as trocas de leite. Agora conto as mudanças de médicos e a solicitação de exames com os resultados. Vamos lá?!
Eu pedi para o pediatra se não havia algum exame que
pudéssemos fazer e encontrar o problema, mas ele desconsiderava, já que dizia
que as tentativas com a troca de leites era suficiente. Vale ressaltar que o
pediatra que escolhemos sempre nos ajudou muito com os meninos, acertando
sempre nos medicamentos necessários quando era preciso. Confiamos muito nele.
Mas mesmo assim decidimos levar os meninos em uma gastropediatra em Chapecó em
busca de uma solução. Na consulta contamos toda a história e ela quis trocar
novamente de leite e não quis solicitar exames, o que para mim foi uma
decepção, já que não deu certo novamente.
Quando os meninos completaram 11 meses e as dores
continuavam, nós decidimos que não tinha mais como esperar que as dores
passassem sozinhas, porque não era manha ou algo normal. Isso era visível.
Buscamos outra alternativa em Chapecó com uma pediatra que já tínhamos tido
referências, inclusive do nosso próprio pediatra de Xanxerê. Um detalhe
importante é que a pediatra atende pela Unimed, o que é um alívio para nós que
temos plano. Fomos em uma consulta e contamos toda a história novamente e
depois de ouvir tudo e examinar os meninos, a pediatra nos respondeu: “Tem
muita chance de ser intolerância a lactose”, até porque minha irmã tem
intolerância e eu sempre desconfiei ter, porque não posso com nada que tenha
leite, mas nunca fiz o exame. Ainda assim, a pediatra nos disse que também
tinha chance de ser intolerância ao glúten, pelas dores terem voltado com a
inserção das comidas salgadas.
O resultado da consulta foi a solicitação de muitos
exames de sangue e de fezes; incluindo hemograma, exame da proteína do leite, o
exame genético de intolerância a lactose e o exame genético de intolerância ao
glúten. Esses dois últimos não são cobertos pela Unimed, somente particular e
são muito caros, ainda mais quando são duplos: para dois bebês. Mas não nos
importamos já que queríamos uma solução. Todos os exames fizemos em laboratório
de Xanxerê, exceto o do glúten que é novo e feito somente em Chapecó. Os
resultados demorariam a chegar, principalmente pelos exames genéticos que são
enviados para outros estados e nós marcamos o retorno da consulta para esse mês
de novembro na pediatra.
Eu, como mãe, sempre desconfiei da intolerância a
lactose e da intolerância ao glúten, mas sinceramente a minha intuição dizia
que a intolerância a lactose é que daria positiva. Os resultados dos exames
chegaram antes do retorno à pediatra e quem é que não abre os resultados em
casa, que atire a primeira pedra!! Abri o hemograma e tudo estava certo, ainda
bem! Os meninos são super saudáveis! Os exames de fezes também estavam ok. Para
mim, pelo que vi, o exame da proteína do leite tinha dado negativo. Porém tanto
o exame da intolerância a lactose e ao glúten deram positivos. Sim, também da
intolerância ao glúten! Como a consulta de retorno demoraria ainda 15 dias, nós
decidimos que faríamos testes enquanto isso. Retiramos a lactose dos meninos,
voltando para o leite sem lactose e retiramos o glúten. Nesse período li muito
sobre isso na internet, busquei artigos, blogs que tinham esse foco e a
situação é bem delicada, porque além de retirar o glúten da alimentação das
pessoas celíacas, era preciso cuidar da contaminação cruzada.
Bom, por hoje paramos por aqui, mas na próxima postagem venho contar como foi o retorno na pediatra com o resultado dos exames e parte da nossa rotina que mudou. O que vocês estão achando? Contem suas histórias também!!

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