terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Testei - Cadiveu Hair Remedy

Olá garotas, tudo bem?
Hoje eu vou falar de uma oportunidade que eu tive através de um sorteio do Blog da Mimis. Ela sorteou 10 kits da Cadiveu Profissional de Hair Remedy que promete reparar até 80% dos danos dos cabelos na primeira aplicação. Eu tive a sorte de ganhar um dos 10 kits. Ainda bem, porque eu não conhecia essa marca e nem mesmo essa linha, mas descobri que é uma maravilha.



 A reparação dos danos segundo a Cadiveu acontece porque possui sistema de ação em todas as zonas do cabelo e é formulado com a tecnologia 3D Maxx Injection para aumentar o tempo de contato da fibra com os produtos. A Camila Coelho é a embaixadora da linha.


Logo que recebi já quis experimentar. No kit vem o shampoo, o condicionador e a máscara reparadora. O shampoo é perolado, lindo e deixa os cabelos bem limpinhos, mas é preciso enxaguar bem, porque ele é mais espesso. O condicionador também é uma delícia e o cheirinho que fica nos cabelos é muito harmonioso. Mas o que eu gostei mesmo foi da máscara reparadora que tem micro esferas de óleo de Patuá e biopolímero que são abundantes em ômega 3 e 6 para a produção de ceramidas, aumentando a hidratação.




Depois que comecei a usar os produtos da linha Hair Remedy, meu cabelo ficou muito mais sedoso e leve. É possível perceber os benefícios do produto. Adorei e com certeza ele vai fazer parte dos meus produtos para os cabelos sempre!

Vocês já tinham usado essa linha? Contem o que acharam!!

sábado, 19 de dezembro de 2015

Biscoitos sem glúten e sem lactose para os gêmeos

Olá pessoal, para esse sábado chuvoso o post de hoje é mais uma receita delícia sem glúten e sem lactose para os meninos. Esse biscoito é bom, porque ele derrete na boca, a única desvantagem é que não consigo deixar eles comerem sozinhos, porque fica um pouco esfarelento, mas o óleo de coco dá um gosto super especial.



Vamos a receita!

Ingredientes:
– 2 xícaras de amido de milho – 1 xícara de fécula de batata – 1 xícara de farinha de arroz – 1 colher de café de fermento químico – 1/3 xícara de açúcar demerara – 4 colheres de óleo de coco – 2 ovos inteiros e 1 clara


Modo de preparo:
Em uma bacia misture os ingredientes secos (amido, fécula e farinha de arroz). Reserve. Em outra bacia misture o óleo de coco, os ovos e o açúcar. Depois de misturado, adicione os ingredientes secos e sove até ficar homogênea. O ponto é desgrudar das mãos. A minha massa ficou mais seca e assim os biscoitos um pouco esfarelentos, mas eles são uma delícia para bebês e crianças, porque derretem na boca.
Faça bolinhas, coloque em uma forma e asse em forno pré-aquecido a 180º por cerca de 20 minutos. Eu coloquei os biscoitos em uma forma e, em vez de untar, coloquei sobre papel manteiga. Fica mais fácil e não tem problema de contaminação cruzada.

Essa é a ordem das fotos do preparo, ingredientes secos, mistura com os líquidos e a massa depois de sovada



O que acharam? É super fácil de fazer e vale a pena!!
Beijinhos!

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Trocando experiências - Gisleine e Heloise

Olá meninas, tudo bem?
Depois que eu descobri as intolerâncias dos gêmeos eu comecei a conversar mais com as pessoas sobre esse assunto, o que está fazendo com que eu conheça mais crianças com problemas semelhantes ou que também sofreram para diagnosticar algum problema.
Há algumas semanas, fui procurada por uma mãe através da internet para saber mais sobre as dores dos gêmeos, já que a filha dela também estava passando por isso. Depois de conversar e, inclusive, ver vídeos dos choros a noite, percebi que era muito parecido com o dos meninos. Fomos mantendo contato até depois do retorno dos exames na pediatra e do diagnóstico.
Como a situação foi bem semelhante com a dos gêmeos, hoje eu inicio no blog postagens com depoimentos de mães que passaram por algo semelhante ou tiveram dificuldade em algum diagnóstico. A ideia é encontrar histórias semelhantes e ajudar quem estiver passando pelo mesmo problema.
O início dos depoimentos é com uma mamãe muito querida, a Gisleine Tonin de Chapecó que tem uma fofura de oito meses!


“Me chamo Gisleine Tonin  e tenho uma filha de 8 meses chamada Heloíse Tonin. Com 2 meses descobri que ela tinha refluxo, mas mesmo assim a Helô sempre dormiu bem das 23 horas às 8 horas da manhã, nunca acordou pra mamar. Porém, com 6 meses a Helô começou a chorar dormindo de 3 a 4 vezes por noite. Chorava e não acordava, se debatia e chorava muito, eu não reconhecia aquele choro, era desespero misturado com agonia, não sei explicar.
Então, levei a Helô no pediatra, a Dra disse que o choro era normal. Com 7 meses minha filha não comia direito, tudo que comia vomitava, diarreia era normal, afinal ela nunca fez cocô durinho então pra mim era o normal. Voltei no pediatra e expliquei que não era normal aquele choro e que não aceitava ela não estar comendo. Minha pediatra se convenceu e pediu diversos exames entre eles o de intolerância a lactose e um eletroencefalograma.
Os resultados foram que a Heloíse é intolerante a lactose e foi diagnosticada com atividades que desencadeiam a epilepsia. A pediatra me disse que os choros eram uma forma de ataque epilético que se manifestavam quando ela dormia. A partir desse diagnóstico, começamos a dar Gardenal. Eu fiquei desesperada, afinal sempre achei que era remédio de loucos. A diarreia passou depois que cortei a lactose da minha alimentação, por que a Helô só mama no peito. Depois de uma semana de tratamento, a Helô já come muito melhor e o cocô é durinho. As noites voltaram a ser tranquilas como antes e o sono regular sem acordar de madrugada. Apesar de achar o remédio muito forte, foi a solução para os problemas da Heloíse.”

Leine, obrigada por participar do blog contando a história de vocês e sendo o primeiro depoimento! Que a Helô fique cada vez melhor!

Alguém tem alguma dica? Deixem nos comentários!

Beijinhos!

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Unhas para o Natal - vamos aderir?

Faltam menos de 15 dias para o Natal e eu já estou no clima. Meninos apontam todo o dia para a árvore de Natal e nós cantamos diariamente músicas natalinas para entrar no clima.
E hoje eu vim aqui mostrar quais são as ideias de artes de unhas para essa data tão esperada. Selecionei desde desenhos mais chamativos até artes mais discretas que remetem ao Natal. Ha também opções de adesivos que quem quiser precisa encontrá-los em lojas que vendem artigos de unhas ou na internet. Quem não quiser fazer artes, pode esmaltar as unhas com uma das cores do Natal que pode ser o vermelho ou o dourado que fica bem elegante.














segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Bolo de fubá sem glúten e sem lactose para os gêmeos

Olá meninas, tudo bem? Hoje eu vou começar uma nova série de postagens relacionadas as receitas culinárias que eu e a vovó fazemos para os meninos. As receitas são sem glúten e sem lactose. O número de pessoas com as intolerâncias ao glúten e a lactose tem crescido e acho interessante ajudar a encontrar receitas fáceis e gostosas sem esses itens.




Nesse final de semana eu estava empolgada para fazer um bolo para os gêmeos (eles adoram bolo!) e eu lembrei de uma receita que eu tinha visto na internet. Então resolvi fazer o Bolo de Milho sem glúten e sem lactose que fica bem fofinho e uma delícia. Na maioria das vezes bolo de milho fica mais pesado e seco, mas esse é diferente e bem gostoso. Eu indico para quem tem intolerâncias e também para quem não tem.

Ingredientes:
- 3 ovos
- 2 colheres de sopa de óleo de girassol
- 1 xícara de açúcar demerara
- 1 e 1/2 xícara de fubá
- 1/2 xícara de farinha de arroz
- 3 colheres de sopa de coco ralado
- 200 ml de leite de coco
- 2 colheres de sopa rasa de fermento químico
- 2 colheres de sopa de chia

Modo de preparo
Bater as claras em nove e reservar. Depois bata o açúcar e o óleo de girassol e, em seguida, coloque as gemas e bata novamente. Então é preciso adicionar o leite de coco intercalando com o fubá e a farinha de arroz. O próximo passo, é inserir o fermento, as claras em neve e a chia. nessa hora, só mexe delicadamente para incorporar as claras em neve. Assar em forno preaquecido a 180° por 30 minutos.





A receita é uma delícia, quem fizer ela vem contar como ficou e manda foto!

Beijos.


sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Rose Quartz e Serenity são as cores de 2016

Pela primeira vez, a Pantone definiu não uma, mas duas cores para o próximo ano. A primeira cor, Rose Quartz, já havia sido divulgado e a gora foi a vez da cor Serenity.


A combinação do rosa suave se mistura ao azul leve, buscando traduzir em cores de relaxamento, tranquilidade e bem-estar na correria do mundo moderno. Essas cores devem invadir o setor de moda e das decorações. Roupas para o dia-a-dia e de festas, casamentos e festas nos gerais podem seguir a definição de cores para 2016 e fazer sucesso.
É possível fazer uma mistura interessantes nos diversos acabamentos como matte, metálico e brilhante,além de seguir os meio-tons também sugeridos pela Pantone.

Vamos conhecer as combinações possíveis dessas cores?!







sábado, 28 de novembro de 2015

Como fazer - Guirlanda de Natal

Está pensando que quer renovar a guirlanda de Natal para colocar na porta de entrada da sua casa, mas você não tem aquele dinheiro todo para investir nisso? Eu também estava nessa mesma situação e resolvi produzir a minha própria guirlanda. Pesquisei alguns modelos na internet e montei a minha. Ficou bem fácil e super baratinha das vendidas por aí e eu achei ela muito linda e original. Vou postar o passo a passo para vocês se inspirarem.

Materiais que usei:
- 12 gravetos de madeira;
- Cola para madeira;
- Barbante;
- Spray branco;
- Fita de cetim vermelha grossa;
- fita de cetim vermelha fina;
- Três bolas de Natal vermelha.

Inicialmente eu montei o quadro de gravetos de madeira para ver como ficava, depois eu colei com cola própria para madeira e deixei secando por 24 horas.



Na sequência, passei spray branco nos gravetos para que ficassem somente com um tom de branco, mas não branco total. Deixei secar por uns 30 minutos. Depois usei o barbante para finalizar onde os gravetos estão colados. Assim aparecerá que estão somente amarrados.





Com a base da guirlanda pronta, usei as fitas de cetim finas para amarrar as três bolas de Natal no meio do quadro e a fita grossa para fazer a fita que vai amarrar na porta. Para que as bolas não se mexam de lugar com o vento, eu usei um pedaço de fita para prender atrás dos gravetos.


Esse é o resultado final, vocês gostaram? Na internet, há várias inspirações fáceis de fazer. Que tal aproveitar esse momento de encanto e magia para fazer seu próprio enfeite?

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Combinações para o almoço dos pequenos

 Oi pessoal, tudo bem? A postagem de hoje vai para as mamães e também para as gravidinhas que adoram pesquisar assuntos relacionados aos bebês. Várias mães comentaram comigo que não sabem mais como fazer papinhas diferenciadas para os bebês e quais combinações fazer. Então, vou postar combinações para o almoço e janta dos bebês. Vamos dar uma olhada no que é possível fazer?
Quando os meninos começaram a comer papinhas eu segui exatamente a indicação do pediatra sobre quais alimentos eu podia colocar nas papinhas, Nessa época não há muitas combinações mesmo. Mas hoje que já comem de tudo fica bem mais fácil. Sempre optei pela variedade de alimentos e dos nutrientes nas comidas dos gêmeos para que tenham todas as propriedades diárias necessárias.
Em cada papinha que eu faço, eu opto por colocar um carboidrato, uma proteína, um grão e, pelo menos, dois legumes ou verduras.

Combinações possíveis:
Arroz, feijão, carne de frango, couve-flor e tomate
Massa, ervilha, carne de gado, chuchu e brócolis
Mandioca, carne de frango, grão-de-bico, alface e espinafre
Polenta, ovo, ervilha, cenoura e abóbora
Batata, lentilha, carne de gado, abobrinha e beterraba


Massa de milho, carne de frango, espinafre, ervilha e chuchu

Arroz, carne de gado, alface (cozida com o arroz) cenoura e chuchu

Essa é somente uma ideia de combinações possíveis, mas sempre me embasei em um alimento de cada categoria em cada papinha. Já fiz combinações de feijão com pão e legumes, também dou nhoque quando faço para toda a família, só coloco menos sal. Há também a opção de fazer inhame, batata-doce, batata-salsa para mudar ainda mais os carboidratos, além de dar também arroz integral e massa integral que depois dos 8 meses já está liberado, segundo nosso pediatra e faz muito bem para os bebês. Só ai é preciso deixar cozinhar bem.

Quando eu não posso fazer o almoço, eu faço um dia antes e coloco nesses potinhos que são só para isso

Claro que agora a nossa alimentação aqui é sem glúten, então as massas são todas sem glúten, feitas de arroz ou milho e os pães também. Mas a maior diferença é essa mesmo, o restante é tudo igual.
Hoje em dia não faço mais sopa para os meninos, dou os alimentos separados no almoço. Somente na janta que faço uma papinha mais mole para não pesar no estômago. Já inseri o sal na alimentação deles, mas bem pouco. O que tenho usado bastante é cozinhar os carboidratos com temperos como salsinha e cebolinha.


Qual a combinação que vocês usam nas comidas dos pequenos? Vamos trocar ideias?

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Look do dia - Macacão rosa

Bom dia sexta-feira linda! Como vocês estão?
Hoje eu venho trazer mais um look do dia e vocês já devem ter percebido que adoro um macacão não é? Ainda mais quando os dias estão propícios para esse estilo de roupas.
O macacão é um look confortável e elegante e eu acho lindo demais. Vocês gostam? Ele está super em alta e eu acho uma boa opção para essa época em que os dias estão quentes, mas a noite ficam mais fresquinho.
Nos pés optei por uma sandália plataforma de cor neutra e o colar foi feito por mim mesma! Gosto dele porque é dourado com preto, combina com tudo!




segunda-feira, 16 de novembro de 2015

A saga das dores dos gêmeos - parte III

Olá pessoal, como está o início a semana? Hoje voltei hoje para seguir com a Saga das dores dos gêmeos. Nesse post vou contar qual a decisão depois de receber os resultados dos exames e como foi o retorno na pediatra.


Vamos lá?
Com os resultados em mãos, a decisão foi de somente retirar os alimentos com glúten, sem se preocupar com a contaminação cruzada até que voltássemos na pediatra para ver como seriam esses 15 dias. Para nossa surpresa, no primeiro dia que retiramos o glúten da alimentação dos gêmeos, os meninos já dormiram melhor e conforme os dias foram passando ficou ainda melhor. O resultado desses 15 dias foi de que eles são outros bebês! Não gritaram mais à noite, não precisei mais dar remédio para dor para que conseguissem dormir e de dia os dois começaram a dormir, acreditam? Tivemos dias que dormiram 1:30h, e isso não acontecia antes! Claro que tivemos algumas noites em que eles choraram um pouco, deram algumas retorcidas, mas nem comparando ao que era antes. Outra diferença, foi que Arthur passou a passar os dias muito melhor, sem aquela “irritação” de antes.



O retorno à pediatra foi no dia 06 de novembro e a pediatra achou que fizemos bem em retirar a lactose e o glúten nesse período e nos relatou que os exames genéticos são totalmente seguros. O que pode acontecer é dar falso negativo, mas nunca falso positivo. E ela ainda disse que a melhor experiência nós já tínhamos que era o teste terapêutico, que se relaciona ao fato dos gêmeos não terem mais dores depois que retiramos o glúten e a lactose.
Para nossa surpresa, eu não tinha percebido que o exame da proteína do leite do Benício deu baixo, o que afirma que ele pode ter baixa alergia a proteína do leite. Ele veio com o pacote completo, mas apresentou somente um alelo genético na intolerância ao glúten, enquanto Arthur apresentou os dois. Isso pode explicar o porquê Benício tinha menos dores do que o Arthur. A pediatra indicou que mudássemos o leite do Benício para o de soja, mas como achamos que ele não tem dores relacionadas ao leite, vamos tentar manter somente o sem lactose para os dois, porque o de soja eles não aceitaram. Vamos ver como vai ser, qualquer coisa mudamos novamente.


Eu preciso ressaltar algo muito importante: os meninos nunca tiveram sintomas que são característicos e básicos de quem tem a doença celíaca como diarreia crônica, dificuldade de ganhar peso, falta de apetite, apenas dor abdominal e distensão abdominal. Existe a doença celíaca assintomática, em que as pessoas não tem sintoma nenhum, mas são celíacas e isso pode acarretar em sérios problemas de saúde no futuro. 
Já me questionaram de que eu preciso fazer uma biópsia intestinal nos meninos, porque esse exame é o que afirma com certeza a doença celíaca, juntamente com os exames de sangue. Eu pedi sobre isso à pediatra e ela disse que eles são muito pequenos para fazer esse exame e que nesse caso em que com a retirada do glúten eles melhoraram, esse é o melhor exame. Caso voltem a sentirem dores mesmo sem o glúten, aí sim precisaremos confirmar a doença pela biópsia.
Depois da reconsulta, decidimos que vamos começar a cuidar da contaminação cruzada além de retirar os alimentos com glúten. Com isso, vou fazer um kit de cozinha novo para usar somente com os alimentos dos meninos. Facas, garfos e colheres novas, pratos e potes para guardar alimentos. Tudo isso, será guardado em uma caixa plástica tampada somente para isso. Na hora de manipular os alimentos, os cuidados serão ainda maiores, porque não posso manipular um alimento com glúten e os alimentos dos meninos ao mesmo tempo. 
Já comecei a pesquisar receitas sem glúten para fazer para eles como pães, biscoitos e bolos e há uma variedade interessante. No supermercado já compramos biscoitos e pães sem glúten. Esses alimentos são mais caros, mas ainda que existe essa possibilidade. Não poderemos comprar produtos que não contém glúten, mas que são feitos em padarias, por exemplo. Porque na maioria dos casos, os produtos sem glúten não são feitos em um local específico para esse tipo de alimento, e há a contaminação cruzada. Ainda bem que adoro cozinhar, isso facilita muito.



Por hoje terminamos por aqui porque o post já ficou bem grande! Espero que vocês estejam gostando de acompanhar a nossa história.

Até mais!

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

A saga das dores dos gêmeos - parte II

Olá meninas, como está a quinta-feira de vocês? 
Por aqui está ótima e hoje eu vou continuar a saga dos gêmeos, inclusive meninos estão aqui a todo o vapor desde cedo! No último post eu contei rapidamente por tudo o que passamos com as trocas de leite. Agora conto as mudanças de médicos e a solicitação de exames com os resultados. Vamos lá?!


Eu pedi para o pediatra se não havia algum exame que pudéssemos fazer e encontrar o problema, mas ele desconsiderava, já que dizia que as tentativas com a troca de leites era suficiente. Vale ressaltar que o pediatra que escolhemos sempre nos ajudou muito com os meninos, acertando sempre nos medicamentos necessários quando era preciso. Confiamos muito nele. Mas mesmo assim decidimos levar os meninos em uma gastropediatra em Chapecó em busca de uma solução. Na consulta contamos toda a história e ela quis trocar novamente de leite e não quis solicitar exames, o que para mim foi uma decepção, já que não deu certo novamente.
Quando os meninos completaram 11 meses e as dores continuavam, nós decidimos que não tinha mais como esperar que as dores passassem sozinhas, porque não era manha ou algo normal. Isso era visível. Buscamos outra alternativa em Chapecó com uma pediatra que já tínhamos tido referências, inclusive do nosso próprio pediatra de Xanxerê. Um detalhe importante é que a pediatra atende pela Unimed, o que é um alívio para nós que temos plano. Fomos em uma consulta e contamos toda a história novamente e depois de ouvir tudo e examinar os meninos, a pediatra nos respondeu: “Tem muita chance de ser intolerância a lactose”, até porque minha irmã tem intolerância e eu sempre desconfiei ter, porque não posso com nada que tenha leite, mas nunca fiz o exame. Ainda assim, a pediatra nos disse que também tinha chance de ser intolerância ao glúten, pelas dores terem voltado com a inserção das comidas salgadas.
O resultado da consulta foi a solicitação de muitos exames de sangue e de fezes; incluindo hemograma, exame da proteína do leite, o exame genético de intolerância a lactose e o exame genético de intolerância ao glúten. Esses dois últimos não são cobertos pela Unimed, somente particular e são muito caros, ainda mais quando são duplos: para dois bebês. Mas não nos importamos já que queríamos uma solução. Todos os exames fizemos em laboratório de Xanxerê, exceto o do glúten que é novo e feito somente em Chapecó. Os resultados demorariam a chegar, principalmente pelos exames genéticos que são enviados para outros estados e nós marcamos o retorno da consulta para esse mês de novembro na pediatra.

Quando meus bebezudos eram bebezinhos

Eu, como mãe, sempre desconfiei da intolerância a lactose e da intolerância ao glúten, mas sinceramente a minha intuição dizia que a intolerância a lactose é que daria positiva. Os resultados dos exames chegaram antes do retorno à pediatra e quem é que não abre os resultados em casa, que atire a primeira pedra!! Abri o hemograma e tudo estava certo, ainda bem! Os meninos são super saudáveis! Os exames de fezes também estavam ok. Para mim, pelo que vi, o exame da proteína do leite tinha dado negativo. Porém tanto o exame da intolerância a lactose e ao glúten deram positivos. Sim, também da intolerância ao glúten! Como a consulta de retorno demoraria ainda 15 dias, nós decidimos que faríamos testes enquanto isso. Retiramos a lactose dos meninos, voltando para o leite sem lactose e retiramos o glúten. Nesse período li muito sobre isso na internet, busquei artigos, blogs que tinham esse foco e a situação é bem delicada, porque além de retirar o glúten da alimentação das pessoas celíacas, era preciso cuidar da contaminação cruzada.

Bom, por hoje paramos por aqui, mas na próxima postagem venho contar como foi o retorno na pediatra com o resultado dos exames e parte da nossa rotina que mudou. O que vocês estão achando? Contem suas histórias também!! 

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

A saga das dores dos gêmeos - parte I

Olá pessoal, tudo bem?
Hoje vou começar a contar a nossa saga das dores dos meninos desde que eram pequeninos. Vale acompanhar, porque acho que muitas crianças podem ter passado ou ainda passar por isso, já que o diagnóstico nem sempre é rápido.
Os gêmeos nasceram prematuros de 33 semanas pesando em torno de 1.800 kg cada um. Ficaram 5 dias na UTI neonatal e 15 dias no quarto do hospital, sem precisar de oxigênio e nem outro problema de saúde e desenvolveram super bem. Logo depois que chegamos em casa começaram as dores de cólicas que foram ficando cada dia mais fortes e seguiram até os 4 meses e meio. Depois desse período tudo melhorou até iniciarmos a inserção da alimentação salgada. Com as comidinhas salgadas as dores voltaram e foram ficando piores, principalmente no Arthur. 


Passamos muitas e muitas noites com ele aos prantos. Não era um choro forte, eram gritos. Eles se esticava tudo o que podia, gritava, se encolhia e soltava puns. Benício também chorava, mas bem menos, mas sempre soltou muitos puns também. Eu contava toda essa história a cada consulta mensal com o pediatra, mas a desconfiança inicial sempre era de que as cólicas se mantinham neles. Eu usei várias medicações para as cólicas e remédio para dor praticamente toda a noite e nem sempre as dores passavam.
Depois de um tempo a desconfiança passou pela intolerância a lactose e mudamos de leite. Os meninos mamaram no peito até seis meses, mas sempre fizeram complementação com leite artificial. Passamos para o leite sem lactose, mas nos primeiros dias as dores amenizavam e depois voltavam. Não voltavam mais tão fortes, o Arthur já não gritava mais, mas se retorcia durante toda a noite. Dessa maneira achamos que não era problema da intolerância. Nesse período os meninos já tinham uns 8 meses e tudo continuava igual. Eu e o pai cansados de tanto ver os bebês chorarem sem solução. Os meninos tomavam remédios para refluxo desde que saíram do hospital e o pediatra ampliou a medicação achando que as dores poderiam ser disso também. Porém, sem sucesso.
Depois passamos para o leite de soja, já que poderia ser alergia a proteína do leite, mas os meninos não aceitaram, então o pediatra mudou para um leite específico para dietas com restrição de lactose e de proteína do leite. O resultado era sempre o mesmo: nada de solução. Eu cheguei a cogitar em diversas consultas a possibilidade de ser intolerância ao glúten, já que as dores voltaram quando fizemos a inserção das comidas salgadas, mas como não haviam sintomas que relacionasse essa doença, o pediatra desconsiderou.
As noites continuam complicadas e desde pequeninos, Arthur e Benício praticamente não dormiam de dia. Se dormisse 30 minutos, já era uma festa, porque eles dormiam mesmo 10 minutos. Arthur sempre foi considerado um menino irritado, chorava bastante durante o dia, se irritava e chorava com brinquedos na mão e para dormir esses poucos 10 minutos, era uns 20 minutos no colo chorando. A desconfiança era de que isso era da personalidade dele. Mesmo sendo assim, sempre foi um menino muito querido.

Por hoje paramos por aqui, mas no próximo post eu vou explicar a continuidade dessa história e o que resolvemos fazer em busca da solução. Vamos acompanhar o desenrolar dessa história que eu resolvi contar, porque bebês e crianças e até mesmo adultos podem passar por isso e também demorar a ter diagnóstico.


Até mais!